
Era uma vez uma pessoa muito legal, filha de gente legal, estudiosa, competente, com curiculun respeitável que na hora de receber atribuições de aulas na secretaria de educação de Caraguá, ouviu resposta negativa. "Não temos mais atribuições, acabou". Depois que ela deixou o recinto as atribuições, ou seja, as distribuições de aulas continuaram. A explicação é que a pessoa era muito legal mas a sua família não vestiu amarelo. Frase categoricamente afirmada por alguém da corte. Se for verdade tudo o que nos foi passado, nós que elogiamos o professor Laércio, como sendo uma das reservas morais do atual governo, podemos achar que isso só estaria acontecendo porque ele não tem conhecimento. Seria triste imaginar que o Laércio convivesse com atos imorais em suas gestão como secretário de educação. O fato é grave e pode ser constatado. Basta olhar os curriculuns selecionados dos pretensos professores na região do Casablanca e Olaria que vai constatar que houve seleção com carater nada técnico. É duro saber que o poder que deveria ser público passa a ser gerido com critérios pessoais.
A exoneração dos concursados pode ter finalidade politiqueira de seleção protecionista.
Insistimos em dizer que o professor Laércio é considerado um homem de respeito. Se for verdade que essas interferências maléficas estejam ocorrendo, por certo ele vai pular fora do barco logo, logo, e esse boato até já circula na cidade.
A exoneração dos concursados pode ter finalidade politiqueira de seleção protecionista.
Insistimos em dizer que o professor Laércio é considerado um homem de respeito. Se for verdade que essas interferências maléficas estejam ocorrendo, por certo ele vai pular fora do barco logo, logo, e esse boato até já circula na cidade.