liciais civís, é o mesmo delegado que aparece assinando uma crônica no Jornal Imprensa Livre de domingo dia 15 de fevereiro, sobre uma gatinha sua que sumira de casa. Mostra a crônica que ser humano é tudo a mesma coisa e só muda o rótulo. Um delegado sofrendo pelo sumiço de uma pequena gatinha de estimação. Detalhe, ela tinha apenas dois meses, tempo suficiente para provocar um amor tão intenso e delicado. Oh!.. Dr. Odair, obrigado por nos mostrar a face humana que pode morar em todas as pessoas, mesmo que sejam autoridades.
Este Blog nasceu em 24 de novembro 2008, para prestar informações sobre temas diversos, tendo por princípio a defesa da cidadania e a expansão da consciência democrática. E-mail joaolucioteixeira@gmail.com
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
UM DELEGADO COMBALIDO
Emocionada a participação do Dr. Odair Bruzos, aquele delgado firme lá de São Sebastião, o mesmo que trata a polícia como profissão embora todos reclamem dos salários dos po
liciais civís, é o mesmo delegado que aparece assinando uma crônica no Jornal Imprensa Livre de domingo dia 15 de fevereiro, sobre uma gatinha sua que sumira de casa. Mostra a crônica que ser humano é tudo a mesma coisa e só muda o rótulo. Um delegado sofrendo pelo sumiço de uma pequena gatinha de estimação. Detalhe, ela tinha apenas dois meses, tempo suficiente para provocar um amor tão intenso e delicado. Oh!.. Dr. Odair, obrigado por nos mostrar a face humana que pode morar em todas as pessoas, mesmo que sejam autoridades.
liciais civís, é o mesmo delegado que aparece assinando uma crônica no Jornal Imprensa Livre de domingo dia 15 de fevereiro, sobre uma gatinha sua que sumira de casa. Mostra a crônica que ser humano é tudo a mesma coisa e só muda o rótulo. Um delegado sofrendo pelo sumiço de uma pequena gatinha de estimação. Detalhe, ela tinha apenas dois meses, tempo suficiente para provocar um amor tão intenso e delicado. Oh!.. Dr. Odair, obrigado por nos mostrar a face humana que pode morar em todas as pessoas, mesmo que sejam autoridades.
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9 comentários:
Só quem não tem face. Muito menos humana, é o CCZ de Caraguá.
O Dr. Odair não precisa se envergonhar ao reconhecer quanto sentimento bom vem de um animal. Pela minha experiência, pessoas como o Dr. Odair, que convivem no seu dia a dia com o pior do ser humano, tendem a relaxar quando se defrontam com criaturinhas tão verdadeiras como um gatinho ou cachorrinho. Aliás, destes seres sabemos exatamente o que esperar. Eles não enganam, não dissimulam, não traem. Se gostam de você demonstram; se não gostam, mostram os dentes e avisam que não querem contato. Os humanos têm muito que aprender com os animais. Quem sabe um dia possamos evoluir e chegar no ponto em que os animais já estão...
Filhotes são apaixonantes, mesmo!
E delegado, também é gente.
Se o Dr. Delegado não consegue tomar conta nem de um gatinho, o que será dos presos sob sua custódia.
Um pouco fora de propósito o comentário do anonimo das 3:10 Hs.
Achei muito bacana a coluna do Delegado. NEm tudo está perdido.
ele deveria visitar o ccz de caragua, e ver o que fazem lá
Taí, delegado!
Que tal ir lá no CCZ adotar uma outra gatinha e depois escrever uma crônica sobre o que viu?
Ou melhor, quem sabe enjaular lá mesmo os bárbaros?
Dr. João Lúcio, são inúmeras as denúncias das barbáries cometidas no CCZ. A Olhovivo vai ficar omissa? Cadê o promotor? Amarelou?
Só não ve quem não quer.
Tem gente que leva uma mordida quando criança e passa o resto da vida odiando cachorros.
Será esse o caso, promotor?
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