quarta-feira, 22 de abril de 2009

NIVALDO ESTÁ PAGANDO O PREÇO DE SUAS SABEDORIAS

A história do "quem viver verá" é coisa mais certa. Em 1992 o então vereador Nivaldo Alves inventou uma lei "antidoping" para ferrar um candidato a vereador à época que diziam ser consumidor e 17 anos depois a mesma lei serviu para enxovalhar a imagem do seu chefe e atual prefeito, cujo laudo de exame toxicológico apresentou resultado complicado.
O mesmo Nivaldo que trabalhou intensamente a candidatura do Kazon para vereador, e depois conseguiu empregar seu filho o advogado Felipe Alves como procurador na câmara em cargo de confiança, teve como algoz do Kazon o seu irmão Nestor Alves que acabou aprontando o primeiro processo crime do Kazon por ter expedido certidão considerada fraudulenta como presidente da câmara. O Nestor requereu uma cópia do exame toxicológico do atual prefeito e o Kazon ao invés de fornecer a cópia do exame como requerido, forneceu uma certidão dizendo que o exame deu negativo. O Nestor Alves requereu providências ao promotor e este por sua vez pediu ao delegado seccional para instaurar inquérito policial por falsidade ideológica e o delegado informou à uma jornalista que nos pediu resrva da fonte, que já oficiou ao laboratório que elaborou o laudo para mandar cópia original, vai submeter o laudo a apreciação da polícia técnica e se for confirmado que o Kazon deu certidão falsa, vai dar seguimento ao caso. O delegado seccional está com a bomba nas mãos e acredita-se que irá fazer justiça. Afinal a polícia seccional não pode falsear inquéritos, principalmente se requerido pelo ministério público.
Só pra ver que quem planta o mal, colhe mal.