Quando fizemos a matéria sobre os perigos que rondam a pista de Skate, não tivemos a intenção de desacreditar a nenhuma autoridade, seja ela policial ou não. Mas o assunto tem sido muito comentado em rodas de conversas entre pessoas diversas e o fato de a polícia já estar cuidando bem do local nos conforta.
Que o assunto é palpitante é porque muitas crianças de boa índole gostam de curtir o esporte e isso faz bem a saúde.
Porém, todo cuidado pe pouco diante da realidade em que vivemos nos últimos tempos e não é só a polícia que tem o dever de observar como todos nós da sociedade devemos contribuir para que não haja assédios inoportunos.
5 comentários:
Principalmente os pais.
Achei pertinente...
A falta de limites na educação familiar tem sido um bordão utilizado por especialistas de diversas áreas para explicar o comportamento ruidoso, incivilizado, transgressor e, por vezes, violento dos alunos em sala de aula. Mas devemos mudar o foco da discussão, já que esse não tem ajudado quase nada.
Podemos pensar, por exemplo, em como tem ocorrido a socialização de nossas crianças.
Cabe aos pais iniciar esse processo: ensinar o filho a falar, a vestir-se, a alimentar-se, a cuidar de seu corpo, por exemplo, são partes fundamentais. Entretanto, nada disso ganha sentido se não ocorre no grupo familiar e com ele. É preciso que a socialização seja coletiva, portanto, mesmo que no âmbito privado.
Por exemplo: o ato de falar. Não basta que os pais ensinem a criança a nomear e a pronunciar as palavras corretamente para se expressar. É preciso que ela aprenda a se comunicar, ou seja, a usar a fala na relação com os outros.
Os pais precisam ensinar a criança a se comunicar com a família. "Espere sua vez para falar", "Não interrompa sua mãe" e "Fale mais baixo" são exemplos de frases que ajudam a criança, desde pequena, a usar a fala de modo social e dialógico, ou seja, considerando os outros com quem interage e o grupo em que vive. O mesmo vale para o andar, o alimentar-se...
Entretanto, temos hoje dois fatores que atrapalham situações que favoreçam esses tipos de intervenção. O centro das famílias passou a ser lugar ocupado pelos filhos e, por isso, os pais priorizam o que eles fazem. Calam-se quando eles falam, acham natural que corram em ambientes fechados, que se alimentem a qualquer hora, não chamam a atenção quando eles tomam atitudes inadequadas na frente dos outros. Mais do que deixar de colocar limites, muitos pais acatam o comportamento dos filhos.
O segundo motivo é que, cada vez menos, as famílias se reúnem para uma refeição ou compartilham períodos juntos. A casa tornou-se um ambiente em que cada integrante da família tem sua própria vida. O individual superou o coletivo também no interior da família.
Por isso, muitas crianças chegam à escola sem saber como estar com os pares, com os adultos e no grupo e lá precisam aprender quase tudo. Essa é nossa realidade.
Rosely Sayão
OS JOVENS QUE PRATICAM O ESPORTE ESTÃO INDO PRA CIDADES VIZINHAS, USAR AS PISTAS DE OUTRAS CIDADES, POIS AQUI NÃO DÁ . O TRAFICO ESTÁ MUITO LÁ NA´PISTA,ESPERO QUE TOMEM PROVIDENCIA.
o povo é exemplo de seus governantes!!!
em sao sebastiao esta pior,a coisa esta feia, bem feia.
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