e centenária, e reconhecemos que a árvore estava doente com um enorme rombo no tronco, causado pela própria natureza. A matéria que publicamos reclamava que era necessário o plantio de uma outra árvore no mesmo lugar. A matéria tinha e tem o foco na defesa do meio ambiente já que a cidade tem um histórico de mais de dez anos de não replantar árvores nas praças. O exemplo mais evidente é a praça Dr. Cândido Mota, no centro da cidade que perdeu algumas árvores e não houve reposição. Levantamos a realidade da avenida da praia que não tem condições de ser usada no verão entre 8 da manhã e 8 da noite por falta de sombra, o que transforma o local numa verdadeira frigideira "a céu aberto" (legal essa). A mesma praça atrás do museu no centro da cidade, perdeu pelo menos três grandes árvores nos últimos anos e não houve reposição.A avenida Anchieta foi reformada e nenhuma árvore foi plantada, o que torna a avenida uma obra sem vida, sem levar em conta se o prefeito era Aguilar ou Antônio Carlos, mas apenas a falta de atenção com a natureza.
A arborização traz inconvenientes para a limpeza urbana, mas compensa esse transtorno com o conforto da sombra a humanização natural do ambiente e beneficia a saúde respiratória das pessoas.
Assim, quando fizemos a reclamação não estávamos criticando pessoas, mas gestões públicas, e a nossa mensagem acabou mau entendida por alguns arrogantes que preferem fazer como o avestruz que esconde a cabeça na areia para fugir do perigo.
Não vê quem não quer, ou tem problema de visão. Caraguá é uma cidade sem árvores, e isso é "concreto".
Na secretaria do meio ambiente da cidade há uma pessoa que pode nos trazer alguma esperança, que é o secretário do meio ambiente Campos Júnior, uma das pessoas do poder público que merece crédito e pode perfeitamente encabeçar o movimento pela arborização do centro e de preferência que seja uma "overdose" (boa essa) de árvores. Nós agradeceremos e os nossos desecendentes também.