segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A CIDADE EU NÃO FALO

Um certo candidato a vereador procurou um cidadão de bom nível sócio cultural e lhe pediu o voto. Antes de receber a resposta já engatou a proposta. Se você me conseguir outros votos eu posso pagar "quaretão" para cada voto. O cidadão ficou parado olhando nos olhos do candidato, que foi baixando a voz, percebendo a mancada que estava dando, parou de falar, saiu em silêncio e fim de papo. Isso dá cadeia.

A VOLTA DAS CARPIDEIRAS

E o candidato que fez que nem os enterros de antigamente, quando se contratavam as famosas carpideiras, as mulheres que permaneciam na sala do velório chorando o tempo todo. Eram contratadas para chorar e assim dar um clima ao velório.
O candidato contratou várias pessoas que o seguem pela rua cantando e festejando a figura que se não pagasse não teria nenhum adepto.

O cara é tão folgado, que acha que vai ter muitos votos, mesmo sem nunca antes ter cumprimentado as pessoas na rua. Quem viver verá.

CUIDADO COM OS CHATOS DA POLÍTICA

Chatice tem época certa de ocorrer. Houve um tempo em que havia o chato da loteria esportiva, aquele cara que encostava na gente e explicava jogo a jogo os seus palpites. Nunca acertava muita coisa, mais se julgava um perfeito analista de loteria, e conhecedor da história dos times, a vida de cada jogador, e assim ia fundamentando cada palpite. Com treze jogos, o chato alugava uma hora do tempo dos outros, com uma falação chatíssima, para na segunda feira voltar para justificar os seus erros. Era uma expulsão inesperada, era uma contusão, ou quem sabe um erro do juiz e ia de novo um monte de tempo a ouvir o chato justificar porque não acertou os resultados.
Tem o chato do remédio caseiro que sabe tudo de cada erva ou folhagem, flor, fruto, casca, raiz e o jeito de fazer os chás, pomadas, modo de aplicação, só não tem o diploma de médico, mas diz que sabe mais do que os médicos.
Tem os chatíssimos religiosos que enchem o saco dos outros tentando levar mais gente pra sua igreja, como se fossem donos da verdade e únicos salvadores das nossas almas. Jesus já anda de saco cheio de tanta badalação.
Agora, chegou a época dos chatos de eleição, aqueles que encostam e querem de todas as formas modificar o nosso conceito de política. Usam argumentos sem pé nem cabeça para dizerem porque o seu candidato é mais conveniente, mas não dão nenhuma razão plausível pra que você aceite o seu candidato. Quer falar mal dos demais candidatos, mesmo que nenhum elogio faça em favor do nome que diz apoiar. Diz que um é ladrão, o outro é alcoólatra, o terceiro é gay, o outro tem barba e falta dedos, aquela candidata é mulher fácil, a outra trai o marido, e vai derrubando pedra por pedra para afinal dizer que devemos votar no candidato dele, único que não tem defeitos. Será que tem virtudes?
As redes sociais viraram o principal canal dos desocupados que não conseguem sequer falar pessoalmente com alguém porque não saem da frente do computador, mas que entendem tudo de internet e assim vão convencer as pessoas a não votarem livremente. São aqueles que disseram que tal presidente foi eleito com voto de nordestinos e por isso não vale a eleição. São daquela minoria privilegiada pela sorte de serem bem nascidos, que acham que o voto do “intelectualoide” sulista, vale mais do que o do nordestino. A região é que dá qualidade ao voto.
Tem uma moça jovem, bem vestida na foto do “face”, metida a catedrática de eleições, nunca votou e vai fazê-lo pela primeira vez, mas entrou no “facebook” e ditou as regras que devem ser seguidas para ninguém errar o voto, e ai ela diz que o atual prefeito da sua cidade prometeu várias coisas mas não fez, e que por isso deve ser esquecido pelo eleitor. Sugeriu que todos votassem num candidato do bico enorme, que nem o nariz do Pinóquio.
Alguém contestou o seu palpite e ela classificou o opositor de alienado, que não consegue ver que o partido tal é corrupto e que todos os seus membros devem ser derrotados.
Em resposta o interlocutor disse a ela que o tema alienação comporta várias interpretações, mas que para interpreta-lo é necessário se estar com a mente desprovida de preconceitos, e a interpretação exige um profundo exercício de inteligência para entender que espécie de alienação se referir. Um diz que o outro que pensa diferente é alienado e tem razão porque a alienação está relacionada a sua forma de conhecimento ou de entendimento. Do outro lado haverá razão para se dizer que a alienação inversa seja também verdadeira porque um pensa diferente do outro e ambos serão alienados em relação ao ponto de vista inverso. Se eu gosto de um partido de cor vermelha você me chama de alienado, não poderá reclamar se eu disser o mesmo de você que gosta de um partido de cor azul. Cada cor tem os seus bandidos, incompetentes, corruptos e isso está provado.
A mocinha, ainda despreparada para um debate saudável preferiu dizer que não pretendia discutir com gente burra e saiu pela tangente.
Agora é época dos chatos abordarem a gente para tentar nos convencer de que seus candidatos são os melhores e se nós os contrariarmos será muito pior porque eles não vão sair de perto. Assim, o melhor é se dizer de acordo com o ponto de vista do chato, se não ele não largará do seu pé.
Quem vai decidir em silêncio na cabine privativa, é você e os chatos que se danem.

Lembra bem. Se um chato se aproximar de você diga que o seu candidato é o mesmo dele e se livra logo da inconveniência. Entretanto se for alguém que apenas lhe apresenta o material de propagando de algum candidato, e não for do tipo chato, atenda-o com educação e siga em frente.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

O PROGRESSO VERSOS O CONSERVADORISMO

Em São José dos Campos, a prefeitura vem promovendo algumas mudanças no sistema viário, que agradam a alguns e desagradam a outros, o que é lógico, já que nem todas as pessoas que vivem em uma cidade têm a mesma visão do que seja melhor ou pior, quando se fala em mudanças que afetam os hábitos diários, como o uso do transporte coletivo, o trânsito de veículos, e alguns outros componentes do dia a dia de cada cidadão.

Em São José existem ruas e avenidas que no passado foram símbolos de modernidade, mas que atualmente estão sendo modificadas para darem lugar a ciclovias, corredores de ônibus, passeios públicos mais amplos, vegetações e outras formas arquitetônicas de modernização. Os habitantes mais conservadores, que têm as suas histórias de vida ligadas a esses logradouros, não conseguem aceitar as mudanças que de certo modo agridem o seu conceito de tradicionalismo. Alguns dizem que estão destruindo a história da cidade, estreitando os espaços destinados ao tráfego e estacionamento de veículos, considerando que o veículo de quatro rodas, seja muito importante como fora em outras épocas, quando se dava prioridade ao automóvel em detrimento de outras opções de deslocamento urbano. Era chique ter carro e era muito chique o conforto de estacioná-lo o quanto mais próximo do destino.
O conceito moderno de urbanismo está sofrendo profundas releituras e as opões de transporte coletivo estão merecendo mais cuidados do que a tradicional e elegante locomoção em automóvel, justamente porque os espaços urbanos, ainda que grandiosos estão se tornando a cada dia menos suficientes ao crescimento da demanda.
Em São José dos Campos uma das obras mais criticadas é a que reduziu a largura da pista de rolamento das avenidas Nove de Julho e São José, que estão recebendo ciclovias e áreas de passeios públicos mais amplas, como se a prefeitura pretendesse incentivar o uso das bicicletas e de caminhadas a pé como alternativas ao uso individual de automóveis.
Essa tendência é, na realidade, de abrangência mundial, tendo como justificativa a preservação da saúde física do ser humano, e a racionalização dos espaços públicos a cada dia mais caros e menos suficientes.
É o progresso atropelando a tradição e o futuro abreviando a realidade que se avista na aglomeração desordenada que certamente irá desprezar o interesse individual e valorizar o senso coletivo, no âmbito da locomoção urbana.
Bicicleta elétrica
Muitos carros irão para o museu, e outros serão utilizados somente em caso de emergência ou para lazer nos finais de semana. Há quem diga que nem postos de gasolina haverá mais em futuro próximo, quando os veículos serão elétricos, sem poluição nem ruídos. Não se pode perder de vista a possível massificação do uso de motocicletas, menos volumosas que os automóveis, e das bicicletas, grandes estrelas dessas modernas ideias de urbanismo.
Quem viver verá.
João Lúcio Teixeira
Jornalista

quinta-feira, 28 de julho de 2016

DIREÇÃO PARTIDÁRIA INTERVÉM

O PSC deu uma carteirada nos seus vereadores em São José dos Campos. Eles queriam apoiar o candidato do PSDB, mas o partido disse que não poderão fazer isso e que deverão apoiar, para prefeito, o Vereador Shakespear do PRB. O Motta e o Walter Hayashi dizem que não vão obedecer a orientação partidária. O Walter era há muitos anos do PSB e deixou a legenda para se filiar ao PSC, o Motta era do PROS e foi para o PSC, ambos esperavam comandar os destinos da legenda em São  José, mas parece que não seu certo.

MUDANÇAS

Em Caraguá dois cargos de vereador já estão abertos. O Bota não vai disputar, o Baduquinha é vice do Gilson e há ainda uns dois vereadores que segundo a opinião pública não serão reeleitos.
Há uma estimativa dando conta de que dos quinze atuais vereadores cerca de nove serão reeleitos e deverão entrar seis novos edis. 

JUSTIÇA ELEITORAL DE OLHO NOS ABUSOS

Fazer campanha eleitoral antes do prazo legal é crime e os promotores públicos estão de braços abertos esperando as denúncias. Adesivos em carro já está dando problemas por ai.

O PT DE SÃO JOSÉ ESTÁ TRANQUILO

É comentário geral na cidade a ideia de que o Carlinhos de Almeida poderá ser reeleito para mais um mandato de prefeito por conta da falta de adversários de peso. o Emanuel Fernandes que ainda ostenta um bom prestígio eleitoral não quer saber de ser candidato. O Cury, que foi prefeito da cidade indicado pelo Emanuel, é deputado federal e que ficar por lá. O PSDB indicou um candidato de pouca expressão política já que nunca foi candidato antes, e assim, com o Carlinhos enfeitando a cidade nesta reta final, há quem diga que a sua reeleição é perfeitamente possível.
Quem conhece o Carlinhos sabe que o seu comportamento político como vereador, deputado estadual e deputado federal, agora como prefeito, é um comportamento equilibrado, de pouca agressividade e assim mantém a fama de bom moço. Dificilmente vai haver zebra em São José dos Campo.

EM POLÍTICA VALE TUDO

O Vereador Lelau que era do PT e agora é do PMB- Partido da Mulher do Brasil, anda buscando um espaço para tentar se reeleger vereador depois que deixou o PT por incompatibilidade de gênios.
Ele detém o controle de duas legendas partidárias, tem consigo alguns candidatos a vereador e está buscando uma forma de coligar com outras legendas, mas não está fácil definir.
Dizem que anda ele conversando com o Álvaro, agora com o Aguilar Junior, e quem sabe tente se unir ao Gilson. 
Sozinho, neste contexto político local, não terá um bom futuro.

O TELEFONE DO ÁLVARO NÃO PARA

Fomos a São Paulo conversar com um marqueteiro que poderá realizar a campanha do Álvaro a prefeito de Caraguá, e durante a viagem os telefones do Álvaro não parava de tocar. Teve um telefonema que o deixou bravo quando alguém a mando de algum concorrente perguntou quanto o Álvaro queria para desistir da sua intenção de candidatar e emprestar-lhe o seu apoio. Só vi o Álvaro dizer: Diga pra ele que eu não estou à venda. desligou em seguida.
Ficou em silêncio durante um bom tempo e depois respirou fundo e disse: Estou na luta há tanto tempo e agora que estou próximo de um chance de ser o prefeito de Caraguá vem um sacana desses oferecer dinheiro para eu renunciar. Esse caras não me conhecem.

Depois foi um outro político que se acha muito importante ligou para o Álvaro e ofereceu o seu apoio, mas fez uma exigência meio safadinha e o Álvaro desconversou.

Um prefeito ligou para dizer que está torcendo para Álvaro, mas sabe-se que não é verdade. 

Esse povo joga sujo e só pensa em permanecer na política como se isso fosse profissão.

REVOLVER EM CONVENÇÃO POLÍTICA

Em certa cidade do Litoral teve vereador bravo com o andamento de certa convenção partidária e foi visto exibindo um revolver de "calibrão" grandão, durante o evento. Foi retirado do local e a situação voltou ao normal.
Nordestino é bravo, e não pode ser contrariado.

VEREADOR MAGOADO NÃO QUER SER CANDIDATO

Em Caraguatatuba, o vereador Neto Bota do PSDB, que tinha o desejo de ser o candidato a prefeito neste ano pela legenda, anda muito desnorteado em relação ao seu futuro político e na busca de novos espaços tem titubeado.
Nós dissemos, lá atrás, que se ele desejasse ser candidato a prefeito teria que deixar o PSDB legenda dominada pelo prefeito ACS que tinha optado pela candidatura de Gilson Mendes atual secretário de obras. O prefeito ficou magoado com o Bota desde que  manifestou o seu desejo de renunciar ao cargo de prefeito juntamente com seu filho o Junior que é vice, e o Bota que assumiria o cargo na condição de presidente da câmara, realizou algumas reuniões preciptadas, segundo o prefeito, para organizar um possível secretariado novo. ACS ficou mito irado e rompeu definitivamente com o Bota. Este, não foi esperto o suficiente para deixar a sigla em tempo, e ficou sem legenda e sem a possibilidade de ser candidato a prefeito por outra sigla.
Dizem as más línguas que o Bota poderá apoiar algum adversário de Gilson Mendes, porque se sente traído na escolha do nome Tucano. 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

CANDIDATO A PREFEITO MENTE

É comum por esse Brasil a fora, nesses períodos em que se aproximam as eleições, candidatos apresentando pesquisas falsas para convencerem outros possíveis candidatos a desistirem das candidaturas e apoiá-los, ou para convencerem os eleitores de suas falsas possibilidades de sucesso. Em certa cidade da região tem alguns políticos que encomendaram pesquisas com resultados previamente determinados para se mostrarem fortes na possível disputa eleitoral. Houve um caso de um pré-candidato que não é mais nem pré, que se mostrava com cerca de 40% nas intenções de voto, que na pesquisa de outro pré candidato aparecia com menos de 3%. Houve o caso de um um pretenso candidato que contratou empresa de pesquisa de cidade bem distante, cheia de processos na justiça, e a pesquisa lhe dava cerca de 18% de intenção de voto quando na realidade não passa de 3% na outra pesquisa de outro concorrente. Há o caso de um que se dizia candidato fazia um montão de reuniões garantindo que não estava inelegível e na hora "h" indicou outra pessoa para o seu lugar por conta de sua inelegibilidade que todo mundo já sabia antes, e assim tenta chegar ao poder de forma politicamente ardilosa. Há nesse universo eleitoral todos os tipos de estelionato, cada um com as suas peculiaridades e a justiça eleitoral precisa estar atenta para que o povo não seja iludido por malandros de casaca que só querem as chaves do cofre público em suas mãos. é bom ficar de olho vivo.

NO CAIXÃO SÓ CABE O CORPO

Tenho permanecido a maior parte dos meus dias em São José dos Campos, por conta de alguns compromissos, mas sempre que possível volto à Caraguá, onde mantenho o meu principal domicílio, e revejo os amigos, além de deliciar-me com o clima mais quente neste período de temperaturas baixas. As cidades de praia sempre são menos frias e isso provoca a sensação de bem estar.
Como a minha vivência no litoral esteve sempre ligada a atividades políticas, tenho que dar atenção às abordagens de sempre, quando nas ruas, as pessoas me perguntam sobre temas de natureza política. Ás vezes a abordagem é inteligente, em outras não, mas faz parte da vida de quem gosta de política dar atenção a todos, mesmo que não seja candidato e nem esteja em campanha. As pessoas precisam dessa atenção e das informações que lhes possam ajudar a entender melhor o mecanismo do poder.  Um dia desses fui abordado por um cidadão que conseguiu abalar as minhas convicções com uma conversa sem pé nem cabeça, ainda mais vinda de alguém com formação superior, que teve acesso ao conhecimento acadêmico.
Ouvi o seguinte: “Você está com negócios em São José dos Campos, vai ganhar dinheiro por lá?”
Respondi que não era esse o motivo, mas alguns negócios meus que precisavam de mais atenção por ora e por isso eu permanecia mais tempo no Vale, e também porque voltei a estudar.
Insistiu ele na ideia de que eu estaria buscando ganhar dinheiro, e eu lhe respondi que Caraguá também é um bom lugar para se investir, até porque os imóveis que tenho na cidade valorizaram bastante.
Ouvi de volta a frase mais infeliz: “ Então você tem que agradecer o prefeito atual porque o seu patrimônio valorizou  em razão da gestão valorizadora do prefeito”.
E prosseguiu: “Eu não gosto do prefeito, mas tenho que tirar o chapéu para a sua capacidade de administrar”.
Olhei aquilo tudo, somei, subtrai, multipliquei e depois dividi, engoli seco e me despedi. Ficou sem resposta e não sei se notou o meu desconforto.
Esta é a tônica do capitalista puro, movido a patrimônio e dinheiro, sem outras preocupações. Esse tipo só entende a linguagem do lucro, não se importando se o lucro é justo, é legal, é social, coletivo ou individual.
Só se interessa em fazer crescer o seu patrimônio particular, e isso, pra eles, é sinônimo de sucesso perante os demais cidadãos, numa apologia perene ao “ter mais”, “poder mais”,  e sentir-se importante por isso.
Dostoiévski
“As coisas mais insignificantes têm, às vezes, maior importância e é geralmente por elas que a gente se perde.”
Eu que sempre busquei estudar a ciência política, me ocupei de tentar entender, Maquiavel, Freud, Dostoiévski, Rousseau com a sua obra mais importante, “O contrato social”, tive que ouvir alguém dizer que o bom gestor público é quem faz valorizar o patrimônio particular das pessoas.
O mundo evoluído se orienta politicamente através de indicadores como o IDH- Índice de Desenvolvimento Humano, que mede o quanto cada pessoa evoluiu como pessoa, o quanto teve acesso ao conhecimento, à ciência, à tecnologia, para se ilustrar enquanto gente e aprender a dirigir a sua vida dentro dos fundamentos da consciência coletiva. O quanto cada indivíduo evoluiu no seu conteúdo social, tem que ser mais importante do que o quanto valorizou o patrimônio da cada um. Isso eles não aceitam e chamam a preocupação com o coletivo de idiotice.
Se o coletivo fosse mais importante, a escola pública seria melhor do que a escola particular, a segurança pública seria suficiente, a saúde pública não exigiria que os cidadãos comprassem convênios particulares, e os ricos não teriam o que fazer com as suas riquezas a não ser esnobar os pobres. De que valeria o dinheiro se o poder público fizesse o que prometem, as leis, as regras de convivência social e as promessas políticas de épocas de eleição?
Como se aproxima o tempo de elegermos prefeitos e vereadores, resolvi escrever esta matéria para deixar evidente que se o voto for direcionado a candidato que possa realizar melhor a satisfação das necessidades coletivas e não o desejo particular dos capitalistas ortodoxos, o homem vai se libertar dessa promiscuidade intelectualizada que se caracteriza na fome de ter patrimônio para resolver os problemas que deveriam ser resolvidos pelo poder público. Pra que dinheiro se a escola pública fosse boa? Pra que dinheiro se se a saúde pública fosse suficiente?  Pra que dinheiro se não fosse necessário contratar seguros caros para proteger o que o poder público protegeria se fosse eficiente?
Não se pode afirmar que a riqueza seja ruim, mas há de se ponderar que ela deva ser considerada importante somente depois que os outros valores forem colocados à sua frente, e o coletivo se tornarletivo foa ser considerada depois que se os outros valores forem colocado na frente e o coletivo for mais importante do q mais importante do que o privado.
Alguns velhos casais que formaram grandes patrimônios não conseguem conviver com a ideia de morrer e deixar tudo por ai, e por isso sofrem com o medo da morte. No caixão só cabe o corpo.
João Lúcio Teixeira
Jornalista- MTB- 83.284




terça-feira, 19 de julho de 2016

TEM UM PRE-CANDIDATO FORTE EM CARAGUÁ QUE

Foi um dos primeiros a escolher os eu vice, mas está quase tudo certo para que o vice precipitadamente escolhido seja trocado. Quem viver verá.