Paciente foi internada na tarde de quarta com orientação do médico para a realização da cirurgia de cesárea que, segundo a família, não foi feita a tempo de salvar a criança
Josiane Carvalho
A família da balconista Tatiane de Sousa Silva, de 23 anos, cobra explicações da direção da Casa de Saúde Stella Maris de Caraguatatuba onde a jovem deu entrada na tarde de anteontem para a realização de uma cesariana. O bebê, que segundo os parentes passava bem, foi dado como morto horas depois da chegada da balconista ao local. A família contesta a ação dos médicos que não teriam providenciado a cirurgia a tempo de salvar a criança. Até o inicio da tarde de ontem, a jovem permanecia internada no hospital aguardando um procedimento para retirada do feto morto de dentro da barriga.
Em decorrência de um quadro de pressão alta, ela levou a gestação, considerada de risco, até o oitavo mês. No consultório do médico ginecologista que atendeu a paciente durante todo o período pré-natal, a atendente Edna Espinosa, esposa do médico, contou pelo telefone que a jovem chegou ao consultório horas antes de ser internada. Na ocasião a pressão arterial media 19/10 - número considerado altíssimo para grávidas no final da gestação. “Meu marido assim que a atendeu já solicitou a internação imediata dela considerando o risco de acontecer alguma coisa. Inclusive ele chegou a encaminhar uma carta aos médicos plantonistas da Santa Casa observando todo o quadro clínico da jovem”, argumentou.
Para a mãe da menina, Rosemeire de Sousa, de 46 anos, a falta de comprometimento dos médicos de plantão fez com que o bebê não sobrevivesse. “Entrei no hospital com a minha filha extremamente nervosa e sabe o que os médicos só me disseram que ainda não estava na hora de o bebê nascer. Ontem quando eles examinaram a criança estava bem e agora o que será que eles vão me dizer, já que o meu neto está morto?”, questionou.
Outro lado
A reportagem do jornal Imprensa Livre entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Casa de Saúde de Caraguatatuba e até o fechamento desta edição não obteve um retorno.
Josiane Carvalho
A família da balconista Tatiane de Sousa Silva, de 23 anos, cobra explicações da direção da Casa de Saúde Stella Maris de Caraguatatuba onde a jovem deu entrada na tarde de anteontem para a realização de uma cesariana. O bebê, que segundo os parentes passava bem, foi dado como morto horas depois da chegada da balconista ao local. A família contesta a ação dos médicos que não teriam providenciado a cirurgia a tempo de salvar a criança. Até o inicio da tarde de ontem, a jovem permanecia internada no hospital aguardando um procedimento para retirada do feto morto de dentro da barriga.
Em decorrência de um quadro de pressão alta, ela levou a gestação, considerada de risco, até o oitavo mês. No consultório do médico ginecologista que atendeu a paciente durante todo o período pré-natal, a atendente Edna Espinosa, esposa do médico, contou pelo telefone que a jovem chegou ao consultório horas antes de ser internada. Na ocasião a pressão arterial media 19/10 - número considerado altíssimo para grávidas no final da gestação. “Meu marido assim que a atendeu já solicitou a internação imediata dela considerando o risco de acontecer alguma coisa. Inclusive ele chegou a encaminhar uma carta aos médicos plantonistas da Santa Casa observando todo o quadro clínico da jovem”, argumentou.
Para a mãe da menina, Rosemeire de Sousa, de 46 anos, a falta de comprometimento dos médicos de plantão fez com que o bebê não sobrevivesse. “Entrei no hospital com a minha filha extremamente nervosa e sabe o que os médicos só me disseram que ainda não estava na hora de o bebê nascer. Ontem quando eles examinaram a criança estava bem e agora o que será que eles vão me dizer, já que o meu neto está morto?”, questionou.
Outro lado
A reportagem do jornal Imprensa Livre entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Casa de Saúde de Caraguatatuba e até o fechamento desta edição não obteve um retorno.
7 comentários:
Agora eu pergunto:
se o médico que acompanhou a paciente por todo o pré-natal ficou preocupado com a elevação da pressão, porque não a acompanhou ao hospital para realizar a cesárea? Qualquer parturiente quer e deve ter seu médico junto no momento do parto. Ninguém melhor que ele, já que acompanhou toda a gestação.
Falta de comprometimento de TODOS envolvidos, desde o médico do pré-natal até a Sta. Casa!
A SANTA CASA DEVERIA SER DESCREDENCIADA DE ATENDIMENTO DO SUS E UMA ISNTITUIÇAO EM DECADENCIA E O UNICO CULPADO DESTAS MORTES E O GOVERNO MUNICIPAL QUE NAO TEM UM ATENDIMENTO DE QUALIDADE EM SAUDE NAO ACREDITO NESTA ADMINISTRAÇAO SAO TODOS INCOMPETENTES E IRESPONSAVEIS EM GERIR O DINHEIRO PUBLICO TUDO QUE E FEITO POR ESTA ADMINISTRAÇAO E FEITO PELA METADE AS TAO FALADAS PERENIZAÇAO QUEM ACOMPANHA O TRABALHO VE QUE SO BENEFICIO AS EMPRESAS QUE FEZ O SERVICO QUE SUPER FATUROU AS OB RAS E O SERVIÇO NAO FOI CONCLUIDO MAS NAO SE ILUDAO ESTAREI PEGANDO NO PE DESTES IRESPONSAVEIS.
Caro Munícipe
Na Santa Casa só entram os médicos que fazem parte do corpo clínico do hospital. Outros não são autorizados a trabalhar lá.
Viva Caragua!!!! Viva o choque de gestão, viva o hospital municipal que foi prometido, escrito em uma faixa em cima da ponte da Santa Casa antes da campanha!!!
Que nojo de tudo isso!!!!
E por isso temos o maior índice de mortalidade infantil do estado. Sendo o único hospital do município, se a paciente é do SUS e teve o pré-natal feito pelo médico de gravidez de risco, é óbvio que o mesmo tem que estar presente. E se for de convenio ou particular, vale o mesmo raciocínio, pois a Sta. Casa atende convenios e particulares. Cabe à prefeitura, que faz o repasse de verbas do SUS, exigir que o atendimento feito à gestante, principalmente de alto risco, seja feito pelo médico especializado.
Não há desculpa aceitável no caso dessa parturiente que perdeu seu bebê!
...e não para por aí, neste sábado às 9 hs da manhã, mais uma vítima de êrro médico. A esposa do Pereira, conhecido vendedor de produtos de limpeza. Aplicaram remédio errado na veia, e ela morreu.
Santa Casa do Aiiii meu Deus! Colecionando títulos em nossa cidade.
Esqueci de dizer:
o médico que atende gestantes de risco na prefeitura(SUS) atende pacientes particulares e de convenios na Sta. Casa, portanto ele pode entrar lá!
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