Os valores são de altíssima soma, e o patrimônio encontrado em nome do Robson é desproporcional aos seus rendimentos. Ilha em Angra dos Reis, casa luxuosa em Ubatuba, casa luxuosa em São paulo, prédios comerciais em Sãos José dos Campos, dinheiro em contas no exterior, incluindo três milhões que foram bloqueados na Suiça. Ele tem sido ouvido e declara não ser verdade o que o Ministério Público diz ter encontrado, mas hoje, acabou de se colocar em situação delicada ao pedir licença do Tribunal.
Se for verdade que o Robson tenha mesmo recebido propina para facilitar os negócios do metrô e de outros tipos de fornecimento, cai por terra um mito importantíssimo chamado Mário Covas, caem

no descrédito outros parceiros políticos do Robson daquela época como o Montoro, Quércia, Serra, Geraldo, e tantos outros nomes importantes da política paulista daquelas épocas, que jutos formaram o PSDB, cujos quadros se compunham de dissidentes do PMDB, que depois da divisão virou MDB.
Se o Robson, for mesmo processado e condenado como corrupto, o descrédito vai atingir a toda a turma que compunha o time do poder paulista à época.
Difícil acreditar que os promotores tivessem o descuido de deixar vazar para a imprensa informações de tamanha envergadura se não tivessem o mínimo de segurança dobre o assunto.
Caso as provas não fossem saudáveis o Robson já teria ingressado na justiça para impedir as investigações. Ao que sabe, ele tentou impedir o seguimento das investigações mas a justiça negou as liminares pleiteadas.
O fato está tomando proporções de grande monta, principalmente por ser ano eleitoral, e o Geraldo vai acabar pagando o pato, se é que há pato. Se der segundo turno em São Paulo, a coisa poe se complicar por Geraldo, e há até quem entenda que o Scaf poderá ser o fiel da balança. Será?
Fica evidente que o Brasil está mudando para melhor e que a corrupção pode estar com seus dias contados.
Ainda bem.
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